sábado, 5 de fevereiro de 2022

Animais de sangue quente dominam o mundo. E foi a maior extinção em massa do Planeta que os “aqueceu”

 


Os mamíferos e os pássaros são hoje em dia animais de sangue quente, e esse facto costuma ser considerado a razão do seu grande sucesso.

O paleontólogo da Universidade de Bristol, Professor Mike Benton, identificou na revista Gondwana Research que os ancestrais tanto dos mamíferos quanto das aves tornaram-se de sangue quente ao mesmo tempo, há cerca de 250 milhões de anos atrás, na época em que a vida se recuperava da maior extinção em massa que se conhece.

A extinção em massa do Permiano-Triássico matou até 95 por cento da vida, e os poucos sobreviventes enfrentaram um mundo turbulento, repetidamente atingido pelo aquecimento global e crises de acidificação dos oceanos. Dois grupos principais de tetrápodes sobreviveram, os sinapsídeos e os arquossauros, incluindo ancestrais de mamíferos e pássaros, respectivamente, indica o portal EurekaAlert. (...)

retirado de Grennsavers


quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Professores apoiados por robôs e parques inteligentes para crianças. Os cenários para o futuro da educação

 O relatório "De volta ao futuro da Educação - quatro cenários da OCDE" fornece pistas de como poderá ser a educação até 2040, mostrando que não existe "um único caminho para o futuro, mas muitos", segundo o diretor na área da educação.


OCDE apresentou esta terça-feira (18 Janeiro 2022 ) cenários para o futuro da educação que vão desde escolas com professores apoiados por robôs até ao desaparecimento dos profissionais de ensino, num mundo altamente tecnológico com parques infantis inteligentes para cuidar das crianças.

O relatório "De volta ao futuro da Educação -- quatro cenários da OCDE" fornece pistas de como poderá ser a educação até 2040, mostrando que não existe "um único caminho para o futuro, mas muitos", segundo o diretor na área da educação da OCDE, Andreas Schleicher.
O relatório apresenta então quatro cenários possíveis: Prolongamento da escola ("Schooling extended"), Educação subcontratada ("Education Outsourced"), Escolas como espaços de aprendizagem ("Learning hubs") e Aprender à medida que se avança ("Learn as you go"). (...)


segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Erupção em Tonga teve uma força superior em mais de 100 vezes à bomba atómica de Hiroshima, indica NASA

 


A força da erupção vulcânica no arquipélago em Tonga, no passado dia 15, superou em muito o poder da bomba atómica lançada sobre Hiroshima (Japão), segundo cientistas da NASA, enquanto os sobreviventes do desastre natural apontaram esta segunda-feira que eles sofreram um choque que “abalou os seus cérebros”.

De acordo com o Observatório da Terra da NASA, o vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha’apai libertou um cogumelo de fumo que atingiu uma altura de 40 quilómetros após a erupção, que foi ouvido no Alaska, a mais de 9 mil quilómetros de distância. Segundo o organismo americano, a erupção foi várias centenas de vezes mais poderosa do que a bomba atómica dos EUA lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima em agosto de 1945, que foi estimada em 15 kt (um quiloton equivale a 1.000 toneladas) de TNT. (...)

Retirado de sapo.pt

sábado, 15 de janeiro de 2022

Equipa amadora de astrónomos encontra planeta gigante escondido à vista de todos

 


Um astrónomo da Universidade da Califórnia Riverside (UCR), e um grupo de astrónomos amadores descobriram um planeta gigante de gás com ferramentas comuns para observação de estrelas.

O planeta, TOI-2180 b, tem o mesmo diâmetro de Júpiter, mas é quase três vezes mais massivo. Os investigadores acreditam que contém 105 vezes a massa da Terra em elementos mais pesados ​​que o hélio e o hidrogénio. Nada parecido existe no nosso sistema solar.

Os detalhes da descoberta foram publicados no Astronomical Journal e apresentados no evento de imprensa virtual da American Astronomical Society no passado dia 13 de janeiro.

“TOI-2180 b é um planeta tão emocionante de se encontrar”, disse o astrónomo da UCR Paul Dalba, que ajudou a confirmar a existência do planeta. “O planeta atinge o trio de 1) ter uma órbita de várias centenas de dias, 2) estar relativamente perto da Terra (379 anos-luz é considerado próximo para um exoplaneta) e 3) sermos capazes de vê-lo transitar à frente da sua estrela. É muito raro os astrónomos descobrirem um planeta que marque todas estas três caixas”. (...)

noticia completa em Green Savers

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Diabetes. Há 100 anos, Leonard foi o primeiro doente salvo pela insulina.

 


Leonard Thompson, um rapaz canadiano de 14 anos, foi o primeiro diabético a receber uma injeção de insulina. Passam hoje 100 anos e só em Portugal há 60 a 70 mil diabéticos que dependem do medicamento para viver. “Salvou milhares de vidas, continua a salvar, mas ainda não conseguimos ir mais longe”, diz José Manuel Boavida, que defende a necessidade de mais investigação e mobilização para encontrar melhores soluções terapêuticas, e menos dolorosas também, para quem vive com a doença.


retirado de sapo.pt

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Temos cinco anos para impedir o colapso do “glaciar do juízo final”

 Até recentemente, o Glaciar Thwaites era considerado bastante estável, mas na semana passada geólogos encontraram novas fissuras na plataforma de gelo que o suporta e que poderá levar à desintegração dentro de cinco anos.


retirado de sapo.pt


segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Cientistas querem que Plutão volte a ser um Planeta

Embora tenha sido destituído desse posto, os cientistas querem que Plutão volte a ser considerado um planeta. Além deste, pretendem que outros corpos celestes se juntem a ele.

Aparentemente, tudo depende da definição de “planeta” que é adotada.

Imagem de Plutão

Um novo estudo levado a cabo pelo Florida Space Institute da University of Central Florida (UCF) analisou séculos de literatura sobre o planeta e descobriu que a decisão que levou à despromoção de Plutão, enquanto planeta, teve origem em ideias extremamente antigas.

Por misturar astrologia e astronomia, os cientistas consideram que a decisão deve ser revertida e que Plutão deve voltar a adquirir a nomenclatura de planeta. (...)


retirado de pplware


domingo, 3 de outubro de 2021

Drone filma cratera interior de vulcão islandês.

 

O vulcão Fagradalsfjall, na Islândia, está em erupção desde março. Como milhares, Joey Helms tentou obter o seu registo do fenómeno. O drone que operava caiu na cratera e as imagens tornaram-se virais.




retirado de observador.pt

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Fusão nuclear

 

Fusão nuclear: Magneto mais poderoso do mundo já está a ser construído e vai criar uma força 280 mil vezes superior à do campo magnético da Terra



Terá 18 metros de altura e pesará mil toneladas, sendo capaz de gerar uma força 280 mil vezes superior à do campo magnético da Terra, o suficiente para elevar no ar, até dois metros de altura, um navio porta-aviões. Eis o magneto que está a ser preparado para o reator experimental de fusão nuclear do ITER, em construção no sul de França. O primeiro módulo deste nunca antes visto magneto já está pronto e atravessará o Atlântico em breve. Quando estiver tudo operacional, em 2035, será a pedra basilar de um projeto que quer revolucionar o futuro energético da humanidade.


O magneto mais poderoso do mundo está a ser construído nos Estados Unidos e, uma vez completo, será o componente central do Reator Termonuclear Experimental Internacional (conhecido pelo acrónimo ITER) que está a ser instalado em França, uma máquina capaz de replicar o poder de fusão nuclear do Sol. O ITER servirá de protótipo a outros reatores do género, os quais produzirão energia elétrica, a uma escala industrial, a partir do elemento mais abundante no Universo, o hidrogénio. Tudo isto sem produzir gases com efeito de estufa ou lixo radioativo, um dos grandes problemas das centrais de fissão nuclear. (...)

terça-feira, 1 de junho de 2021

Até que idade consegue o corpo humano sobreviver?

 

Até que idade consegue o corpo humano sobreviver? Uns falam em 125 anos, outros em 150 e há quem conclua que não há um limite

A francesa Jeanne Calment figura como a pessoa que mais tempo viveu. Morreu aos 122 anos, em 1997. Ou seja, no último quarto de século ninguém bateu o seu recorde, o que tem causado alguma estranheza. Aliás, segundo um estudo longitudinal recentemente publicado, que analisou os marcadores sanguíneos de milhares de norte-americanos, só entre os 120 e os 150 é que ocorre uma “total perda de resiliência do corpo humano”, momento em que este deixa de recuperar das maleitas que sofre. Entretanto, o que dizer da investigação, feita a italianos com idade igual ou superior a 105 anos, que concluiu que estes têm 50% de hipóteses de sobreviver de um ano para o outro, retirando, em teoria, limites à longevidade humana? (...)
retirado de sapo.pt (1/06/21)

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Chernobyl: o desastre continua iminente

 Na madrugada de 26 de abril de 1986, uma série de explosões destruíram o reator 4 da central de Chernobyl, num acidente que, nos meses que se seguiram, produziu um efeito de contaminação radioactiva que se estendeu a três quartos da Europa.


Trinta e cinco anos depois, a radiação continua a fazer efeito embora esteja longe de ser fatal. E se a noite do acidente está mais presente do que nunca, a metamorfose para o registo de lenda não apenas se produziu, mas começou a degradar-se, revelando esse elemento de paródia e derrisão, quando uma paisagem de terror é, por fim, conquistada, tornando-se uma atração turística. Assim, a zona de radioatividade de Chernobyl tornou-se mais um desses pontos onde, em busca de emoções, afluem os emissários de «um mundo completamente profano e fanérico» que tudo rebaixam à condição de parque de diversões. Estes que se mobilizam numa vaga deliciada com os sinais do desastre, provam a nossa capacidade de fruir até de um que, embora enfraquecido, continua a ocorrer, de forma silenciosa.

retirado de sol.sapo.pt 28/4/2021

segunda-feira, 29 de março de 2021

Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra

 

Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra

A start-up islandesa Carbfix está a capturar CO2 e a transformá-lo em pedra, permitindo que o gás com efeito de estufa seja armazenado para sempre em vez de escapar para a atmosfera e reter calor. O processo consiste na captura e diluição do CO2 em água, sendo posteriormente injetado no solo onde, em menos de dois anos, se transforma em pedra.

Deste modo, oito máquinas de capturar carbono estão a ser instalados na Islândia, cada um com aproximadamente o tamanho de um contentor de transporte. Segundo a agência Reuters, atualmente, estão a ser capturadas e armazenadas 50 toneladas de dióxido de carbono por ano, mas esta mudança aumentará a capacidade para quatro mil toneladas anuais. (...)


retirado de greensavers 29/03/2021

sábado, 20 de fevereiro de 2021

História da Terra sofreu ponto de inflexão há 42.000 anos com inversão de pólos magnéticos

 A história da Terra sofreu um ponto de inflexão há 42.000 anos, quando uma inversão dos pólos magnéticos provocou uma rutura do campo magnético, que causou importantes alterações ambientais e extinções massivas, segundo um estudo divulgado hoje.

A investigação da Universidade australiana de Nova Gales do Sul e do Museu da Austrália Meridional, publicada na revista Science, assinala que aquele evento foi provocado por uma inversão dos pólos magnéticos da Terra, combinada com a mudança dos ventos solares, o que produziu tempestades elétricas, auroras generalizadas e radiação cósmica.

“Aos primeiros seres humanos que tiveram de viver aquele momento deve ter-lhes parecido ‘o fim dos dias’”, considerou um dos autores, Alan Cooper, do Museu da Austrália Meridional.

Os investigadores, que batizaram este período como Evento Adams, sugerem que poderá explicar mistérios evolutivos, como a extinção dos neandertais ou o repentino surgimento de arte figurativa em grutas de todo o mundo, considerando que os humanos tiveram de procurar novos refúgios.

Apesar de os cientistas já saberem que os polos magnéticos mudaram há cerca de 41.000-42.000 anos (o que se conhece como Evento de Laschamps), não sabiam exatamente se afetara a vida na Terra e como o fizera.

O coautor do estudo Chris Turney, da universidade de Nova Gales do Sul, sublinhou que a investigação possibilitou datar pela primeira vez “com precisão” o momento e os impactos ambientais da última alteração dos polos magnéticos”.

As antigas árvores kauri da Nova Zelândia, que se conservaram em sedimentos durante mais de 40.000 anos, deram as pistas aos investigadores, que, através dos anéis de crescimento, puderam medir e datar o pico dos níveis de radiocarbono atmosférico causado pelo colapso magnético e criaram uma escala do tempo detalhada de como mudou a atmosfera.

Os investigadores compararam essa escala do tempo com registos de lugares de todo o Pacífico e elaboraram modelos climáticos globais para descobrirem que o crescimento das camadas de gelo e dos glaciares da América do Norte e as grandes alterações nos ventos e sistemas de tempestades tropicais podem remontar ao Evento Adams.

Uma das primeiras pistas foi a que indica que a megafauna da Austrália continental e da Tasmânia sofreu uma extinção simultânea há 42.000 anos.

Os pólos magnéticos da Terra têm uma deslocação natural, mas por vezes, por razões que não são claras, esses movimentos podem ser mais drásticos e há cerca de 42.000 anos mudaram completamente de lugar.


retirado de sapo.pt em 17/2/2021

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

A experiência ATLAS encontrou a primeira evidência de que o bosão de Higgs, a partícula que confere massa à matéria, se decompõe em dois leptões e um fotão.

 

Conhecida como "desintegração de Dalitz", esta é uma das decomposições mais raras do bosão de Higgs — também designado por "partícula de Deus", já que ajuda a explicar porque existe o Universo onde vivemos — que se terá visto até agora no acelerador de partículas LHC, da CERN [Organização Europeia para a Investigação Nuclear], onde se desenvolve a experiência ATLAS.

Desde a descoberta do bosão de Higgs em 2012, os cientistas têm trabalhado arduamente para caracterizar as suas propriedades e procurar as diversas formas em que esta partícula efémera se pode decompor. (...)

Retirado de sapo.pt (11/02/21)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

E se esta bateria durasse 28 mil anos?

 

E se esta bateria durasse 28 mil anos?




A empresa californiana NDB desenvolveu um projecto de baterias de nano-diamante que promete ser uma grande evolução no fornecimento de energia. De acordo com os criadores a técnica inverte a equação de energia e age como minúsculos geradores nucleares e, por isso, a sua duração é prolongada: varia de uma década a 28 mil anos sem precisar de recarga.

A bateria oferece uma potência maior do que as existentes nas baterias de iões de lítio actuais. Além disso, elas devem ser quase indestrutíveis e totalmente seguras em caso de acidente. Em algumas aplicações como as de carros eléctricos, por exemplo, podem ser significativamente mais baratas do que as disponíveis actualmente. (...)


Retirado de Greensavers (3/2/2021)

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Recorde na fusão nuclear

 

Recorde na fusão nuclear: reator atinge 100 milhões de graus durante 20 segundos


KSTAR replica reação de fusão semelhante à que acontece no Sol para a produção de energia. Investigadores dizem que evolução tecnológica que permitiu este feito é um ponto de viragem para a energia de fusão nuclear
in exame informatica, 28/12/2020

sábado, 19 de dezembro de 2020

Supercomputador chega a Guimarães em meados de 2021



Um dos oito supercomputadores adquiridos pela União Europeia vai ser instalado no AvePark, em Guimarães, em meados de 2021, revelou hoje o diretor do Minho Advanced Computer Centre (MACC). Em declarações à Lusa, Rui Oliveira disse que o supercomputador vai dotar Portugal de “capacidade computacional para o desenvolvimento de simulações em todas as áreas da ciência e investigação”. Segundo um comunicado do PSD no Parlamento Europeu, o supercomputador a instalar em Portugal “será um dos 50 mais poderosos do mundo”. Com capacidade para realizar 10 mil biliões de operações por segundo, tem uma massa de, aproximadamente, 26 toneladas e uma dissipação de 1,7 megawatts de potência elétrica. Na segunda-feira,a Câmara de Guimarães vai aprovar um memorando de entendimento com a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a Universidade do Minho com vista à instalação do MACC no AvePark e a criação de condições para acolher o supercomputador. Estrutura destinada a prestar serviços de computação avançada, o MACC foi criado pela FCT, em conjunto com a Universidade do Minho, a criação do Minho Advanced Computing Centre (MACC), estrutura destinada a prestar serviços de computação avançada. (...)

noticia completa em Executive digest

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