O Japão relembra, discretamente, a tripla catástrofe de 11 de março de 2011, quando um dos terremotos mais potentes já registados no mundo desencadeou um tsunami mortal que provocou, por sua vez, o desastre nuclear de Fukushima. Videográfico com dados sobre a catástrofe nuclear de Fukushima.
quarta-feira, 16 de março de 2022
domingo, 6 de março de 2022
Estes são os eletrodomésticos que gastam mais energia na sua casa
Ter conhecimento de quais são os eletrodomésticos que gastam mais energia em sua casa é importante para que possa adotar estratégias adequadas para poupar na fatura da luz. É muito provável que dê bastante uso aos aparelhos desta lista e que não os desligue totalmente, estando a ter um consumo mais elevado sem necessidade. Desvendamos, neste artigo, os oito aparelhos que consomem mais eletricidade.
Os eletrodomésticos são os maiores responsáveis pelo consumo energético das nossas casas, representando cerca de 55% dos gastos em eletricidade. A sua utilização faz tão naturalmente parte do nosso dia-a-dia que não pensamos nos custos que pode ter nem em formas de torná-la mais eficiente para poupar eletricidade.
Apesar de exigirem um investimento inicial maior, os eletrodomésticos de classe energética mais elevada, nomeadamente A+++, gastam menos energia, podendo ser uma aposta de poupança mais adequada. Mas antes de pôr as mãos ao alto e render-se à troca de todos os seus aparelhos, conheça os eletrodomésticos que mais consomem energia e ainda dicas para reduzir esse custo.
8 eletrodomésticos que gastam mais energia (ver Greensavers)
sábado, 5 de fevereiro de 2022
Animais de sangue quente dominam o mundo. E foi a maior extinção em massa do Planeta que os “aqueceu”
Os mamíferos e os pássaros são hoje em dia animais de sangue quente, e esse facto costuma ser considerado a razão do seu grande sucesso.
O paleontólogo da Universidade de Bristol, Professor Mike Benton, identificou na revista Gondwana Research que os ancestrais tanto dos mamíferos quanto das aves tornaram-se de sangue quente ao mesmo tempo, há cerca de 250 milhões de anos atrás, na época em que a vida se recuperava da maior extinção em massa que se conhece.
A extinção em massa do Permiano-Triássico matou até 95 por cento da vida, e os poucos sobreviventes enfrentaram um mundo turbulento, repetidamente atingido pelo aquecimento global e crises de acidificação dos oceanos. Dois grupos principais de tetrápodes sobreviveram, os sinapsídeos e os arquossauros, incluindo ancestrais de mamíferos e pássaros, respectivamente, indica o portal EurekaAlert. (...)
retirado de Grennsavers
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
Professores apoiados por robôs e parques inteligentes para crianças. Os cenários para o futuro da educação
O relatório "De volta ao futuro da Educação - quatro cenários da OCDE" fornece pistas de como poderá ser a educação até 2040, mostrando que não existe "um único caminho para o futuro, mas muitos", segundo o diretor na área da educação.
A OCDE apresentou esta terça-feira (18 Janeiro 2022 ) cenários para o futuro da educação que vão desde escolas com professores apoiados por robôs até ao desaparecimento dos profissionais de ensino, num mundo altamente tecnológico com parques infantis inteligentes para cuidar das crianças.
O relatório "De volta ao futuro da Educação -- quatro cenários da OCDE" fornece pistas de como poderá ser a educação até 2040, mostrando que não existe "um único caminho para o futuro, mas muitos", segundo o diretor na área da educação da OCDE, Andreas Schleicher.
O relatório apresenta então quatro cenários possíveis: Prolongamento da escola ("Schooling extended"), Educação subcontratada ("Education Outsourced"), Escolas como espaços de aprendizagem ("Learning hubs") e Aprender à medida que se avança ("Learn as you go"). (...)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Erupção em Tonga teve uma força superior em mais de 100 vezes à bomba atómica de Hiroshima, indica NASA
sábado, 15 de janeiro de 2022
Equipa amadora de astrónomos encontra planeta gigante escondido à vista de todos
Um astrónomo da Universidade da Califórnia Riverside (UCR), e um grupo de astrónomos amadores descobriram um planeta gigante de gás com ferramentas comuns para observação de estrelas.
O planeta, TOI-2180 b, tem o mesmo diâmetro de Júpiter, mas é quase três vezes mais massivo. Os investigadores acreditam que contém 105 vezes a massa da Terra em elementos mais pesados que o hélio e o hidrogénio. Nada parecido existe no nosso sistema solar.
Os detalhes da descoberta foram publicados no Astronomical Journal e apresentados no evento de imprensa virtual da American Astronomical Society no passado dia 13 de janeiro.
“TOI-2180 b é um planeta tão emocionante de se encontrar”, disse o astrónomo da UCR Paul Dalba, que ajudou a confirmar a existência do planeta. “O planeta atinge o trio de 1) ter uma órbita de várias centenas de dias, 2) estar relativamente perto da Terra (379 anos-luz é considerado próximo para um exoplaneta) e 3) sermos capazes de vê-lo transitar à frente da sua estrela. É muito raro os astrónomos descobrirem um planeta que marque todas estas três caixas”. (...)
noticia completa em Green Savers
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
Diabetes. Há 100 anos, Leonard foi o primeiro doente salvo pela insulina.
Leonard Thompson, um rapaz canadiano de 14 anos, foi o primeiro diabético a receber uma injeção de insulina. Passam hoje 100 anos e só em Portugal há 60 a 70 mil diabéticos que dependem do medicamento para viver. “Salvou milhares de vidas, continua a salvar, mas ainda não conseguimos ir mais longe”, diz José Manuel Boavida, que defende a necessidade de mais investigação e mobilização para encontrar melhores soluções terapêuticas, e menos dolorosas também, para quem vive com a doença.
retirado de sapo.pt
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
Temos cinco anos para impedir o colapso do “glaciar do juízo final”
Até recentemente, o Glaciar Thwaites era considerado bastante estável, mas na semana passada geólogos encontraram novas fissuras na plataforma de gelo que o suporta e que poderá levar à desintegração dentro de cinco anos.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
Cientistas querem que Plutão volte a ser um Planeta
Embora tenha sido destituído desse posto, os cientistas querem que Plutão volte a ser considerado um planeta. Além deste, pretendem que outros corpos celestes se juntem a ele.
Aparentemente, tudo depende da definição de “planeta” que é adotada.
Um novo estudo levado a cabo pelo Florida Space Institute da University of Central Florida (UCF) analisou séculos de literatura sobre o planeta e descobriu que a decisão que levou à despromoção de Plutão, enquanto planeta, teve origem em ideias extremamente antigas.
Por misturar astrologia e astronomia, os cientistas consideram que a decisão deve ser revertida e que Plutão deve voltar a adquirir a nomenclatura de planeta. (...)
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
domingo, 3 de outubro de 2021
Drone filma cratera interior de vulcão islandês.
O vulcão Fagradalsfjall, na Islândia, está em erupção desde março. Como milhares, Joey Helms tentou obter o seu registo do fenómeno. O drone que operava caiu na cratera e as imagens tornaram-se virais.
retirado de observador.pt
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Fusão nuclear
Fusão nuclear: Magneto mais poderoso do mundo já está a ser construído e vai criar uma força 280 mil vezes superior à do campo magnético da Terra
terça-feira, 1 de junho de 2021
Até que idade consegue o corpo humano sobreviver?
Até que idade consegue o corpo humano sobreviver? Uns falam em 125 anos, outros em 150 e há quem conclua que não há um limite
quarta-feira, 28 de abril de 2021
Chernobyl: o desastre continua iminente
Na madrugada de 26 de abril de 1986, uma série de explosões destruíram o reator 4 da central de Chernobyl, num acidente que, nos meses que se seguiram, produziu um efeito de contaminação radioactiva que se estendeu a três quartos da Europa.
retirado de sol.sapo.pt 28/4/2021
segunda-feira, 29 de março de 2021
Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra
Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra
A start-up islandesa Carbfix está a capturar CO2 e a transformá-lo em pedra, permitindo que o gás com efeito de estufa seja armazenado para sempre em vez de escapar para a atmosfera e reter calor. O processo consiste na captura e diluição do CO2 em água, sendo posteriormente injetado no solo onde, em menos de dois anos, se transforma em pedra.
Deste modo, oito máquinas de capturar carbono estão a ser instalados na Islândia, cada um com aproximadamente o tamanho de um contentor de transporte. Segundo a agência Reuters, atualmente, estão a ser capturadas e armazenadas 50 toneladas de dióxido de carbono por ano, mas esta mudança aumentará a capacidade para quatro mil toneladas anuais. (...)
retirado de greensavers 29/03/2021
sábado, 20 de fevereiro de 2021
História da Terra sofreu ponto de inflexão há 42.000 anos com inversão de pólos magnéticos
A investigação da Universidade australiana de Nova Gales do Sul e do Museu da Austrália Meridional, publicada na revista Science, assinala que aquele evento foi provocado por uma inversão dos pólos magnéticos da Terra, combinada com a mudança dos ventos solares, o que produziu tempestades elétricas, auroras generalizadas e radiação cósmica.
“Aos primeiros seres humanos que tiveram de viver aquele momento deve ter-lhes parecido ‘o fim dos dias’”, considerou um dos autores, Alan Cooper, do Museu da Austrália Meridional.
Os investigadores, que batizaram este período como Evento Adams, sugerem que poderá explicar mistérios evolutivos, como a extinção dos neandertais ou o repentino surgimento de arte figurativa em grutas de todo o mundo, considerando que os humanos tiveram de procurar novos refúgios.
Apesar de os cientistas já saberem que os polos magnéticos mudaram há cerca de 41.000-42.000 anos (o que se conhece como Evento de Laschamps), não sabiam exatamente se afetara a vida na Terra e como o fizera.
O coautor do estudo Chris Turney, da universidade de Nova Gales do Sul, sublinhou que a investigação possibilitou datar pela primeira vez “com precisão” o momento e os impactos ambientais da última alteração dos polos magnéticos”.
As antigas árvores kauri da Nova Zelândia, que se conservaram em sedimentos durante mais de 40.000 anos, deram as pistas aos investigadores, que, através dos anéis de crescimento, puderam medir e datar o pico dos níveis de radiocarbono atmosférico causado pelo colapso magnético e criaram uma escala do tempo detalhada de como mudou a atmosfera.
Os investigadores compararam essa escala do tempo com registos de lugares de todo o Pacífico e elaboraram modelos climáticos globais para descobrirem que o crescimento das camadas de gelo e dos glaciares da América do Norte e as grandes alterações nos ventos e sistemas de tempestades tropicais podem remontar ao Evento Adams.
Uma das primeiras pistas foi a que indica que a megafauna da Austrália continental e da Tasmânia sofreu uma extinção simultânea há 42.000 anos.
Os pólos magnéticos da Terra têm uma deslocação natural, mas por vezes, por razões que não são claras, esses movimentos podem ser mais drásticos e há cerca de 42.000 anos mudaram completamente de lugar.
retirado de sapo.pt em 17/2/2021
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
A experiência ATLAS encontrou a primeira evidência de que o bosão de Higgs, a partícula que confere massa à matéria, se decompõe em dois leptões e um fotão.
Conhecida como "desintegração de Dalitz", esta é uma das decomposições mais raras do bosão de Higgs — também designado por "partícula de Deus", já que ajuda a explicar porque existe o Universo onde vivemos — que se terá visto até agora no acelerador de partículas LHC, da CERN [Organização Europeia para a Investigação Nuclear], onde se desenvolve a experiência ATLAS.
Desde a descoberta do bosão de Higgs em 2012, os cientistas têm trabalhado arduamente para caracterizar as suas propriedades e procurar as diversas formas em que esta partícula efémera se pode decompor. (...)
Retirado de sapo.pt (11/02/21)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
E se esta bateria durasse 28 mil anos?
E se esta bateria durasse 28 mil anos?
A empresa californiana NDB desenvolveu um projecto de baterias de nano-diamante que promete ser uma grande evolução no fornecimento de energia. De acordo com os criadores a técnica inverte a equação de energia e age como minúsculos geradores nucleares e, por isso, a sua duração é prolongada: varia de uma década a 28 mil anos sem precisar de recarga.
A bateria oferece uma potência maior do que as existentes nas baterias de iões de lítio actuais. Além disso, elas devem ser quase indestrutíveis e totalmente seguras em caso de acidente. Em algumas aplicações como as de carros eléctricos, por exemplo, podem ser significativamente mais baratas do que as disponíveis actualmente. (...)
Retirado de Greensavers (3/2/2021)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Jornadas Pedagógicas no Mendonça 21_22
Plano de transição digital nas escolas
Chemistry Experiments at Home
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Web 2.0 Tools Are Everywhere
Sites dos meus alunos
A sua cidade deixa-o dormir?
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