O vulcão Fagradalsfjall, na Islândia, está em erupção desde março. Como milhares, Joey Helms tentou obter o seu registo do fenómeno. O drone que operava caiu na cratera e as imagens tornaram-se virais.
retirado de observador.pt
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Na madrugada de 26 de abril de 1986, uma série de explosões destruíram o reator 4 da central de Chernobyl, num acidente que, nos meses que se seguiram, produziu um efeito de contaminação radioactiva que se estendeu a três quartos da Europa.
retirado de sol.sapo.pt 28/4/2021
A start-up islandesa Carbfix está a capturar CO2 e a transformá-lo em pedra, permitindo que o gás com efeito de estufa seja armazenado para sempre em vez de escapar para a atmosfera e reter calor. O processo consiste na captura e diluição do CO2 em água, sendo posteriormente injetado no solo onde, em menos de dois anos, se transforma em pedra.
Deste modo, oito máquinas de capturar carbono estão a ser instalados na Islândia, cada um com aproximadamente o tamanho de um contentor de transporte. Segundo a agência Reuters, atualmente, estão a ser capturadas e armazenadas 50 toneladas de dióxido de carbono por ano, mas esta mudança aumentará a capacidade para quatro mil toneladas anuais. (...)
retirado de greensavers 29/03/2021
A investigação da Universidade australiana de Nova Gales do Sul e do Museu da Austrália Meridional, publicada na revista Science, assinala que aquele evento foi provocado por uma inversão dos pólos magnéticos da Terra, combinada com a mudança dos ventos solares, o que produziu tempestades elétricas, auroras generalizadas e radiação cósmica.
“Aos primeiros seres humanos que tiveram de viver aquele momento deve ter-lhes parecido ‘o fim dos dias’”, considerou um dos autores, Alan Cooper, do Museu da Austrália Meridional.
Os investigadores, que batizaram este período como Evento Adams, sugerem que poderá explicar mistérios evolutivos, como a extinção dos neandertais ou o repentino surgimento de arte figurativa em grutas de todo o mundo, considerando que os humanos tiveram de procurar novos refúgios.
Apesar de os cientistas já saberem que os polos magnéticos mudaram há cerca de 41.000-42.000 anos (o que se conhece como Evento de Laschamps), não sabiam exatamente se afetara a vida na Terra e como o fizera.
O coautor do estudo Chris Turney, da universidade de Nova Gales do Sul, sublinhou que a investigação possibilitou datar pela primeira vez “com precisão” o momento e os impactos ambientais da última alteração dos polos magnéticos”.
As antigas árvores kauri da Nova Zelândia, que se conservaram em sedimentos durante mais de 40.000 anos, deram as pistas aos investigadores, que, através dos anéis de crescimento, puderam medir e datar o pico dos níveis de radiocarbono atmosférico causado pelo colapso magnético e criaram uma escala do tempo detalhada de como mudou a atmosfera.
Os investigadores compararam essa escala do tempo com registos de lugares de todo o Pacífico e elaboraram modelos climáticos globais para descobrirem que o crescimento das camadas de gelo e dos glaciares da América do Norte e as grandes alterações nos ventos e sistemas de tempestades tropicais podem remontar ao Evento Adams.
Uma das primeiras pistas foi a que indica que a megafauna da Austrália continental e da Tasmânia sofreu uma extinção simultânea há 42.000 anos.
Os pólos magnéticos da Terra têm uma deslocação natural, mas por vezes, por razões que não são claras, esses movimentos podem ser mais drásticos e há cerca de 42.000 anos mudaram completamente de lugar.
retirado de sapo.pt em 17/2/2021
Conhecida como "desintegração de Dalitz", esta é uma das decomposições mais raras do bosão de Higgs — também designado por "partícula de Deus", já que ajuda a explicar porque existe o Universo onde vivemos — que se terá visto até agora no acelerador de partículas LHC, da CERN [Organização Europeia para a Investigação Nuclear], onde se desenvolve a experiência ATLAS.
Desde a descoberta do bosão de Higgs em 2012, os cientistas têm trabalhado arduamente para caracterizar as suas propriedades e procurar as diversas formas em que esta partícula efémera se pode decompor. (...)
Retirado de sapo.pt (11/02/21)
A empresa californiana NDB desenvolveu um projecto de baterias de nano-diamante que promete ser uma grande evolução no fornecimento de energia. De acordo com os criadores a técnica inverte a equação de energia e age como minúsculos geradores nucleares e, por isso, a sua duração é prolongada: varia de uma década a 28 mil anos sem precisar de recarga.
A bateria oferece uma potência maior do que as existentes nas baterias de iões de lítio actuais. Além disso, elas devem ser quase indestrutíveis e totalmente seguras em caso de acidente. Em algumas aplicações como as de carros eléctricos, por exemplo, podem ser significativamente mais baratas do que as disponíveis actualmente. (...)
Retirado de Greensavers (3/2/2021)
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Com um comprimento que não anda muito longe da grossura de uma folha de papel e uma largura semelhante à de um fio de cabelo, estas liliputianas agulhas podem ser aplicadas a uma seringa ou penso. Muitas aplicações, nestas últimas duas formas, já estão disponíveis para administrar vacinas, mas há muitas outras a ser clinicamente testadas que se destinam a tratar as diabetes, o cancro e a dor neuropática.
O que torna especiais as microagulhas é a sua capacidade de chegar à segunda camada de pele do corpo humano, a epiderme, penetrando no estrato mais superficial, composto de células mortas, mas sem nunca tocar (ou apenas ao de leve) na derme, a terceira camada de pele: a zona onde estão os terminais dos nervos – responsáveis por provocar dor se a agulha aí chega –, os vasos sanguíneos e linfáticos e o tecido conectivo. Na epiderme existem células ativas e saudáveis, banhadas pelo chamado fluído intersticial, um líquido quase transparente que facilita as trocas de material orgânico das células e que se interpõe entre elas e os vasos sanguíneos. (...)
retirado de sapo (19 de novembro)
Vivemos numa era de Ambientes de Aprendizagem Híbridos