segunda-feira, 29 de março de 2021

Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra

 

Startup islandesa capta carbono do ar e transforma-o em pedra

A start-up islandesa Carbfix está a capturar CO2 e a transformá-lo em pedra, permitindo que o gás com efeito de estufa seja armazenado para sempre em vez de escapar para a atmosfera e reter calor. O processo consiste na captura e diluição do CO2 em água, sendo posteriormente injetado no solo onde, em menos de dois anos, se transforma em pedra.

Deste modo, oito máquinas de capturar carbono estão a ser instalados na Islândia, cada um com aproximadamente o tamanho de um contentor de transporte. Segundo a agência Reuters, atualmente, estão a ser capturadas e armazenadas 50 toneladas de dióxido de carbono por ano, mas esta mudança aumentará a capacidade para quatro mil toneladas anuais. (...)


retirado de greensavers 29/03/2021

sábado, 20 de fevereiro de 2021

História da Terra sofreu ponto de inflexão há 42.000 anos com inversão de pólos magnéticos

 A história da Terra sofreu um ponto de inflexão há 42.000 anos, quando uma inversão dos pólos magnéticos provocou uma rutura do campo magnético, que causou importantes alterações ambientais e extinções massivas, segundo um estudo divulgado hoje.

A investigação da Universidade australiana de Nova Gales do Sul e do Museu da Austrália Meridional, publicada na revista Science, assinala que aquele evento foi provocado por uma inversão dos pólos magnéticos da Terra, combinada com a mudança dos ventos solares, o que produziu tempestades elétricas, auroras generalizadas e radiação cósmica.

“Aos primeiros seres humanos que tiveram de viver aquele momento deve ter-lhes parecido ‘o fim dos dias’”, considerou um dos autores, Alan Cooper, do Museu da Austrália Meridional.

Os investigadores, que batizaram este período como Evento Adams, sugerem que poderá explicar mistérios evolutivos, como a extinção dos neandertais ou o repentino surgimento de arte figurativa em grutas de todo o mundo, considerando que os humanos tiveram de procurar novos refúgios.

Apesar de os cientistas já saberem que os polos magnéticos mudaram há cerca de 41.000-42.000 anos (o que se conhece como Evento de Laschamps), não sabiam exatamente se afetara a vida na Terra e como o fizera.

O coautor do estudo Chris Turney, da universidade de Nova Gales do Sul, sublinhou que a investigação possibilitou datar pela primeira vez “com precisão” o momento e os impactos ambientais da última alteração dos polos magnéticos”.

As antigas árvores kauri da Nova Zelândia, que se conservaram em sedimentos durante mais de 40.000 anos, deram as pistas aos investigadores, que, através dos anéis de crescimento, puderam medir e datar o pico dos níveis de radiocarbono atmosférico causado pelo colapso magnético e criaram uma escala do tempo detalhada de como mudou a atmosfera.

Os investigadores compararam essa escala do tempo com registos de lugares de todo o Pacífico e elaboraram modelos climáticos globais para descobrirem que o crescimento das camadas de gelo e dos glaciares da América do Norte e as grandes alterações nos ventos e sistemas de tempestades tropicais podem remontar ao Evento Adams.

Uma das primeiras pistas foi a que indica que a megafauna da Austrália continental e da Tasmânia sofreu uma extinção simultânea há 42.000 anos.

Os pólos magnéticos da Terra têm uma deslocação natural, mas por vezes, por razões que não são claras, esses movimentos podem ser mais drásticos e há cerca de 42.000 anos mudaram completamente de lugar.


retirado de sapo.pt em 17/2/2021

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

A experiência ATLAS encontrou a primeira evidência de que o bosão de Higgs, a partícula que confere massa à matéria, se decompõe em dois leptões e um fotão.

 

Conhecida como "desintegração de Dalitz", esta é uma das decomposições mais raras do bosão de Higgs — também designado por "partícula de Deus", já que ajuda a explicar porque existe o Universo onde vivemos — que se terá visto até agora no acelerador de partículas LHC, da CERN [Organização Europeia para a Investigação Nuclear], onde se desenvolve a experiência ATLAS.

Desde a descoberta do bosão de Higgs em 2012, os cientistas têm trabalhado arduamente para caracterizar as suas propriedades e procurar as diversas formas em que esta partícula efémera se pode decompor. (...)

Retirado de sapo.pt (11/02/21)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

E se esta bateria durasse 28 mil anos?

 

E se esta bateria durasse 28 mil anos?




A empresa californiana NDB desenvolveu um projecto de baterias de nano-diamante que promete ser uma grande evolução no fornecimento de energia. De acordo com os criadores a técnica inverte a equação de energia e age como minúsculos geradores nucleares e, por isso, a sua duração é prolongada: varia de uma década a 28 mil anos sem precisar de recarga.

A bateria oferece uma potência maior do que as existentes nas baterias de iões de lítio actuais. Além disso, elas devem ser quase indestrutíveis e totalmente seguras em caso de acidente. Em algumas aplicações como as de carros eléctricos, por exemplo, podem ser significativamente mais baratas do que as disponíveis actualmente. (...)


Retirado de Greensavers (3/2/2021)

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Recorde na fusão nuclear

 

Recorde na fusão nuclear: reator atinge 100 milhões de graus durante 20 segundos


KSTAR replica reação de fusão semelhante à que acontece no Sol para a produção de energia. Investigadores dizem que evolução tecnológica que permitiu este feito é um ponto de viragem para a energia de fusão nuclear
in exame informatica, 28/12/2020

sábado, 19 de dezembro de 2020

Supercomputador chega a Guimarães em meados de 2021



Um dos oito supercomputadores adquiridos pela União Europeia vai ser instalado no AvePark, em Guimarães, em meados de 2021, revelou hoje o diretor do Minho Advanced Computer Centre (MACC). Em declarações à Lusa, Rui Oliveira disse que o supercomputador vai dotar Portugal de “capacidade computacional para o desenvolvimento de simulações em todas as áreas da ciência e investigação”. Segundo um comunicado do PSD no Parlamento Europeu, o supercomputador a instalar em Portugal “será um dos 50 mais poderosos do mundo”. Com capacidade para realizar 10 mil biliões de operações por segundo, tem uma massa de, aproximadamente, 26 toneladas e uma dissipação de 1,7 megawatts de potência elétrica. Na segunda-feira,a Câmara de Guimarães vai aprovar um memorando de entendimento com a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a Universidade do Minho com vista à instalação do MACC no AvePark e a criação de condições para acolher o supercomputador. Estrutura destinada a prestar serviços de computação avançada, o MACC foi criado pela FCT, em conjunto com a Universidade do Minho, a criação do Minho Advanced Computing Centre (MACC), estrutura destinada a prestar serviços de computação avançada. (...)

noticia completa em Executive digest

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Microagulhas indolores, humanos virtuais para testar vacinas e refinarias solares para reciclar CO2. Estas tecnologias prometem uma revolução

Um grupo internacional de especialistas, reunido pela revista científica Scientific American e pelo Fórum Económico Mundial, fez uma lista das tecnologias emergentes de 2020 que poderão ter impacto nos próximos três a cinco anos e fazer progredir a sociedade e a economia. Damos a conhecer três delas, unidas pela forma irreverente como pretendem dar resposta a problemas cruciais.




Microagulhas que injetam fármacos, retiram sangue e fazem análises sem dor alguma


Com um comprimento que não anda muito longe da grossura de uma folha de papel e uma largura semelhante à de um fio de cabelo, estas liliputianas agulhas podem ser aplicadas a uma seringa ou penso. Muitas aplicações, nestas últimas duas formas, já estão disponíveis para administrar vacinas, mas há muitas outras a ser clinicamente testadas que se destinam a tratar as diabetes, o cancro e a dor neuropática.

O que torna especiais as microagulhas é a sua capacidade de chegar à segunda camada de pele do corpo humano, a epiderme, penetrando no estrato mais superficial, composto de células mortas, mas sem nunca tocar (ou apenas ao de leve) na derme, a terceira camada de pele: a zona onde estão os terminais dos nervos – responsáveis por provocar dor se a agulha aí chega –, os vasos sanguíneos e linfáticos e o tecido conectivo. Na epiderme existem células ativas e saudáveis, banhadas pelo chamado fluído intersticial, um líquido quase transparente que facilita as trocas de material orgânico das células e que se interpõe entre elas e os vasos sanguíneos. (...)

retirado de sapo (19 de novembro)

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

"É como dar muletas ao prédio". Veja como um edifício foi movido 60 metros na China

"É como dar muletas ao prédio". Veja como um edifício foi movido 60 metros na China: A tecnologia denominada como 'máquina ambulante' pemitiu a um grupo de cientistas colocar 200 suportes móveis sobre uma antiga escola de cinco andares e deslocá-la para um novo espaço, para que no seu lugar possa ser feito um edíficio de escritórios.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Want To Teach Online? Change The Way You Think About It

A growing number of colleges and universities are announcing the cancellation of face-to-face teaching for what remains of the academic year, and continuing instead through online teaching. Given the technology available, this need not be especially problematic. But in practice, it is, and in many cases means the 2020 academic year is lost.
Things didn’t have to end like this: Learning online is not impossible, but will be difficult unless we start looking at things differently. Why is it a problem for teaching to continue through the internet? The reasons are many, and there are no immediate solutions — which does not mean we shouldn’t try. (...)

fonte: forbes.com/ retirada em 7 de abril 2020

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Um planeta finito!



“O mundo é constituído por uma quantidade infindável de materiais. O Homem, desde as suas origens, sentiu a necessidade de classificar os materiais (origem animal, vegetal, mineral, combustível, etc.) e ainda hoje elabora novas grelhas de classificação (sintético, renovável, alotrópico, etc.) dos materiais que vai “descobrindo”.
Ao longo da História o Homem aprendeu a manipular os materiais percebendo que alguns eram constituídos apenas por substâncias (puras) e outros por misturas de substâncias. Também aprendeu a transformar os materiais e a conhecer as suas propriedades (físicas e químicas). Conseguia transformar materiais de forma definitiva (química) e outros apenas a mudar o seu estado para outro mais conveniente para si (gasoso, líquido ou sólido). Também cedo percebeu que algumas substâncias tinham características (propriedades) muito úteis quando sozinhas (puras) ou quando misturadas com outros. Deste modo, desenvolveu processos para separar as substâncias umas das outras, aproveitando umas em detrimento de outras, consumindo matérias-primas e energia durante a sua separação e transformação. E é aqui que começa o nosso problema!....”

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A adolescente que contornou o castigo da mãe acedendo às redes sociais... através do frigorífico


Jovem de 15 anos torna-se viral no Twitter ao publicar uma mensagem através do seu frigorífico inteligente, depois de a mãe a ter posto de castigo, sem telemóvel ou computador



Hoje em dia, tornou-se impossível manter os miúdos offline. Essa deverá ter sido a conclusão da mãe de Dorothy, uma rapariga de 15 anos, com quase 30 mil seguidores na página de fãs da Ariana Grande que gere, no Twitter. A adolescente explica que, depois de se ter distraído enquanto cozinhava e ter causado um incêndio na cozinha, a mãe decidiu tirar-lhe todos os aparelhos electrónicos para que "prestasse mais atenção ao que a rodeia"(...)


Um quarto da população mundial está prestes a ficar sem água



Um relatório do Instituto de Recursos Mundiais alerta para o estado de emergência em 17 países, onde as torneiras estão prestes a secar. No total, a seca está a afetar um quarto da população mundial

Com o agravamento da crise climática, 17 países, um quarto da população mundial, enfrentam uma extrema escassez de água, sofrendo crises “outrora impensáveis", mas cada vez mais comuns, avisam os especialistas. Segundo o relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI), estas regiões estão a consumir anualmente mais de 80% da água disponível (...)




Está a chover plástico nos Estados Unidos


Não é o primeiro alerta, mas é mais um dado revelador do grau de poluição do meio ambiente. Foram encontradas partículas de plástico nas águas da chuva. O plástico está, literalmente, por todo o lado.

As amostras de água da chuva recolhidas na região do Colorado, no interior dos EUA, e analisadas em laboratório, revelaram uma realidade preocupante: a quantidade de fibras de plástico presentes na água. Esta descoberta chocou Gregory Wetherbee, investigador do Serviço Geológico dos Estados Unidos, que estava a recolher as amostras para estudar a poluição por nitrogénio (...).


quarta-feira, 27 de junho de 2018

"A escola não pode ser uma fábrica de alunos"


Numa altura em que tanto se debate o sentido da escola como a conhecemos, Rui Lima, considerado pela Microsoft um dos professores mais inovadores do mundo fala em "forças de bloqueio à inovação" nas escolas, um mundo onde coexistem "nativos, fugitivos e emigrantes digitais". Excerto do seu livro "A Escola que temos e a Escola que queremos" (...)

noticia da Visão de 18 de Março de 2017


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Na nova sala de aulas todos ensinam, todos aprendem


Se as máquinas estão a roubar o emprego aos homens, então o melhor é parecermo-nos cada vez menos com elas. Em muitas circunstâncias, elas farão o trabalho melhor, mais rápido e com menos custos. Temos de saber dominá-las e usá-las em nosso proveito. Mas é preciso algo mais. Criatividade, pensamento crítico, competências sociais são argumentos cada vez mais valiosos no mundo do trabalho. E, se assim é, que sentido faz as escolas continuarem a ensinar alunos como se fossem máquinas de armazenar e debitar conhecimentos?

noticia do Expresso de 15/04/2017



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A educação do futuro já começou

Bárbara Wong, jornalista do Público

O futuro da educação está nas novas tecnologias? Está numa maneira diferente de ensinar? Estão os professores preparados para o fazer?

Já todos vimos fotografias de uma sala de aula do século XIX e como não faz grande diferença de uma do século XXI. O quadro negro foi substituído por um quadro interactivo; as velhas carteiras de madeira pesada por mesas e cadeiras feitas de materiais mais leves e ergonómicos; o estrado desapareceu e o professor percorre agora os intervalos que separam as mesas. Conseguimos imaginar que daqui a meio século uma sala de aula possa ser muito diferente? E, por consequência, a forma de ensinar também?
Actualmente existe um projecto promovido pela European School Net (ESN) que nos ajuda a antever como será uma sala de aula do futuro – e que é já uma sala de aula do presente, uma vez que algumas escolas, mais de três dezenas em todo o país, estão a por esta ideia em prática (ver Infografia sala de aula do futuro)

para consulta completa do artigo ir a https://fronteirasxxi.pt/educacao-futuro-comecou/



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017


Perfil dos alunos para o Séc. XXI
De acordo com a página da Direcção Geral de educação já se encontra para discussão "a definição de um perfil de competências que se pretende que os alunos apresentem no final do percurso escolar de 12 anos, que lhes permita continuar a aprender ao longo da vida e responder aos desafios do mundo atual, a par do desenvolvimento de competências do século XXI."
Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória: Perfil do aluno
Formulário para recolha de contributos: http://area.dge.mec.pt/perfil



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