terça-feira, 4 de julho de 2023

Segunda-feira (4 de julho) tornou-se o dia mais quente alguma vez registado no mundo

 


Esta segunda-feira foi globalmente o dia mais quente alguma vez registado, indicou hoje o Centro Nacional de Previsão Ambiental dos Estados Unidos – segundo os dados recolhidos, a temperatura média global atingiu os 17,01 graus Celsius, superando o recorde de agosto de 2016 de 16,92°C, conforme diversos pontos do mundo atravessavam ondas de calor.

No sul dos Estados Unidos, as últimas semanas têm sido marcadas por temperaturas extremas. Na china, uma onda de calor fez os termómetros ‘escalar’ para acima de 35°C – no norte de África, houve temperaturas próximas dos 50°C.

Mesmo na Antártida, atualmente a atravessar o inverno, foram registadas temperaturas anormalmente altas: a Estação Akademik Vernadsky, base de pesquisa da Ucrânia na ilha Galindez, quebrou o seu recorde de temperatura em julho, com 8,7°C.

“Este não é um marco que deveríamos comemorar”, considerou o cientista climático Friederike Otto, do Instituto Grantham para Mudanças Climáticas e Meio Ambiente do Imperial College London, na Grã-Bretanha. “É uma sentença de morte para pessoas e ecossistemas.”

Os cientistas têm garantido que a responsabilidade é das mudanças climáticas, combinadas com um padrão emergente de El Niño. “Infelizmente, promete ser apenas o primeiro de uma série de novos recordes estabelecidos em 2023, à medida que as emissões crescentes de dióxido de carbono e gases de efeito estufa, juntamente com um crescente evento El Nino, levam as temperaturas a novos recordes”, sustentou Zeke Hausfather, cientista da Berkeley Earth, dos Estados Unidos, em comunicado, citado pela agência ‘Reuters’.

retirado de executivedigest.sapo.pt

domingo, 21 de maio de 2023

Primeira floresta Miyawaki do Algarve pode ajudar a combater a seca

 A primeira Floresta Miyawaki do Algarve está a crescer no concelho de Silves com 18 espécies vegetais nativas da região que garantem um equilíbrio da biodiversidade e menor utilização de água, um recurso cada vez mais escasso.




O projeto Floresta Nativa, desenvolvido pela bióloga Sónia Soares num terreno da família em Mesquita, na freguesia de Algoz, concelho de Silves, nasceu em março com a plantação de 260 plantas de 18 espécies nativas do Algarve, que nalguns casos são comuns às de outras partes do país.

“As florestas Miyawaki caracterizam-se por terem um rápido desenvolvimento, serem ricas nas espécies nativas e trazerem bastantes benefícios, quer para o ambiente, quer para o homem, como para a captação e absorção de água”, entre outras vantagens, disse Sónia Soares à agência Lusa.

Segundo a mentora do projeto, este sistema florestal torna-se autossuficiente ao fim de dois ou três anos, tendo como vantagem permitir “uma maior retenção de água no solo e, portanto, a passagem depois para os lençóis subterrâneos”. (...)

retirado de sapo.pt


domingo, 14 de maio de 2023

Já foi ao espaço e a ESA nomeou-a primeira embaixadora-ovelha para a Lua

 A Ovelha Choné foi uma das mascotes da missão Artemis I e ganhou o seu espaço entre os astronautas da ESA. Agora é também embaixadora lunar.

Já foi ao espaço e a ESA nomeou-a primeira embaixadora-ovelha para a Lua

Em dezembro do ano passado a Ovelha Choné regressou à terra depois de uma missão bem sucedida a bordo da cápsula Orion, onde foi testada a primeira fase da missão Artemis, que tem como destino final a Lua. A missão não teve astronautas humanos e a Ovelha Choné foi a designada a "especialista a bordo".

O peluche, uma personagem estimada entre as crianças europeias, tornou-se a primeira ovelha embaixadora da ESA, a Agência Espacial Europeia, para a Lua. Uma "lamb-bassador" que recebeu honras de heroina e que já fez uma visita aos vários centros espaciais envolvidos no projetos, da Aardman no Reino Unido à Airbus na Alemanha, passando ainda pelo centro de astronautas em Colónia e  o centro de avaliação de missões nos Países Baixos, para conhecer as pessoas que tornaram a sua missão possível.

Veja as imagens

ESA adianta que a Ovelha Choné se está a adaptar bem ao regresso à Terra, que tem sempre impacto e cuidados adicionais nos astronautas, já que viver e trabalhar em microgravidade no espaço tem reflexos na saúde, especialmente nas adaptações da tensão arterial, no coração e na desidratação, assim como na forma como os fluidos corporais são distribuídos.A mascote foi testada e diz que está pronta para os próximos voos da missão Artemis.

Depois da missão Artemis I, a NASA espera levar astronautas para a órbita da Lua na missão Artemis II em 2024 e para a sua superfície na Artemis III, no final de 2025, com a primeira mulher e a primeira pessoa de cor a pisarem o satélite natural da Terra.A missão Artemis, e o percurso da Ovelha Choné, podem ser acompanhados online no blog da ESA para a Orion. (...)

retirado de sapotek

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Cientistas observam pela primeira vez uma estrela a ‘devorar’ um planeta. Vai acontecer o mesmo à Terra?

 


Cientistas observaram pela primeira vez um planeta ser ‘engolido’ por uma estrela, o que vai acontecer também à Terra, a ser ‘devorada’ pelo Sol, no final de vida do astro central do nosso Sistema Solar. Tudo aconteceu a 12 mil anos-luz de nós.

A explosão de luz decorrente do fenómeno foi captado por vários telescópios e terá sido causada por um planeta, com cerva de 10 vezes a massa de Júpiter, a ser consumido pelo seu sol, segundo revelam os investigadores, num trabalho científico publicado hoje na revista Nature, relativo a observações feitas em maio de 2020.

Os investigadores só tinham até agora observado estrelas antes de estas ‘devorarem’ os planetas à sua volta. Quando chegam à fase final das suas vidas, as estrelas crescem cerca de um milhão de vezes o seu tamanho original, envolvendo todos os planetas e outros objetos e corpos celestes que estejam próximos.

Primeiro, os astrónomos, liderados por Kishalay De, do Massachusetts Institute of Technology (MIT) observaram a estrela em questão crescer até se tornar 100 vezes mais brilhante, num período de apenas 10 dias. Depois o brilho desvaneceu.

Depois, seguiu-se um sinal frio, mas mais duradouro, que chegou à Terra: seria o último momento do planeta antes de ser ‘engolido’.(...)

retirado de executivedigest.sapo.pt

sábado, 1 de abril de 2023

O sol está a “acordar”: O que é que isso implica?

 


Estamos a meio de um período de atividade solar mais intensa, o que pode traduzir-se num aumento do número de alguns fenómenos

Pela segunda vez nos últimos dias, o Solar Dynamics Observatory da NASA detetou um enorme buraco coronal capaz de gerar ventos solares que podem deslocar-se a 2,8 milhões de quilómetros por hora na direção ao nosso planeta. Na na quarta-feira, o Solar Orbiter da Agência Espacial Europeia confirmou a passagem desses ventos a viajar a cerca de 700 km por segundo antes de atingir a Terra.

Este buraco na superfície solar foi observado apenas uma semana depois de um outro, ainda maior, que libertou ventos tão fortes que causou verdadeiros espetáculos de auroras boreais, o maior reflexo desta atividade na Terra.

Os buracos coronais são normais, mas Daniel Verscharen, professor de física espacial e climática na University College London, explica à Sky News que “este é especial porque está perto do equador do sol”. “Como o sol gira, um buraco coronal equatorial pode apontar para a Terra em algum ponto.” (...)

retirado de sapo.pt

domingo, 19 de fevereiro de 2023

Os dinossauros não rugiam: Porque é que muitos eram mais semelhantes aos pássaros a chilrear

 


Em filmes e documentários televisivos, os dinossauros rugem frequentemente como leões. Mas, de facto, não há provas que sugiram que tenham feito tais ruídos. Pelo contrário, as provas existentes sugerem que não o fizeram, por um conjunto de razões, diz a “Science Focus”.

Primeiro, explica a mesma fonte, o rugido de um leão “é tornado possível pelas cordas vocais de um grande felino: dobras de tecido nas suas gargantas. Também temos cordas vocais, tal como muitos animais, mas as dos leões são ajustadas para fazerem ruídos altos e intensos, e não há provas fósseis diretas de que os dinossauros tivessem estas mesmas estruturas”.

Em segundo lugar, os dinossauros eram os antepassados das aves, por isso “é provável que alguns fizessem mais ruídos parecidos com os das aves”. Um estudo de 2016 defendeu que alguns dinossauros faziam vocalizações de boca fechada, como as “buzinas” que as avestruzes fazem.

As aves dos tempos modernos têm uma caixa de voz, chamada xarinx, que lhes permite chilrear. Um xarinx foi recentemente encontrado fossilizado numa ave que vivia no Cretáceo, levantando a possibilidade de que alguns dinossauros não aves também tivessem xarinxes, conclui.


retirado de greensavers.sapo.pt

sábado, 7 de janeiro de 2023

O mineral mais raro do mundo é…este

 


Uma pedra de quartzo é uma das coisas mais bonitas do mundo. Esse é o mineral mais comum e pode ser encontrado com extrema facilidade.

Mas qual é o mais raro de todos?

Segundo a Sociedade Geológica dos Estados Unidos, “mineral” é o nome dado aos elementos ou compostos de ocorrência natural que não contêm carbono na sua fórmula. Sendo assim, cada tipo de mineral exibe uma ordem na sua estrutura interna com uma composição química única.

O mineral mais raro da Terra é a kyawthuita, um cristal que pode ser encontrado na região de Mogok, em Myanmar.

Até onde se sabe, apenas um exemplar foi descoberto até hoje. O Banco de Dados do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) descreve esse mineral como uma pequena pedra preciosa de cor laranja profunda, sendo reconhecida pela Associação Mineralógica Internacional desde 2015.

Foto: Museu de História Natural de Los Angeles/Divulgação


retirado de foreveryoung.sapo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Mais de 80% dos glaciares do mundo pode desaparecer até ao final do século

 Mais de 80% dos glaciares do mundo pode desaparecer até ao fim do século, devido ao aquecimento global, indica um estudo hoje divulgado, segundo o qual mesmo limitando o aquecimento metade dos glaciares irão desaparecer.




O estudo da Faculdade de Engenharia da Universidade de “Carnegie Mellon”, Estados Unidos, mostrou que num cenário futuro com investimento contínuo em combustíveis fósseis mais de 40% da massa glaciar desaparece dentro de um século, com a grande maioria dos glaciares a acabar também.

A equipa de investigação, liderada pelo professor de Engenharia Civil e Ambiental David Rounce, calculou que mesmo num cenário de baixas emissões de gases com efeito de estufa, limitando o aumento da temperatura média mundial a 1,5 graus celsius (ºC) em relação aos níveis pré-industriais, mais de 25% da massa glaciar desaparecerá e quase metade dos glaciares desaparece também.

Segundo os modelos estabelecidos, o mundo pode perder até 41% da massa total de glaciares ou apenas 26%, consoante os esforços que os países façam de limitar as emissões de gases com efeito de estufa. (...)


retirado de sapo24

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Encontrados vestígios da presença do abutre-barbudo há 29 mil anos no Vale do Lapedo

Trabalhos de arqueologia realizados por especialistas do Laboratório de Arqueociências da Direção-Geral do Património Cultural permitiram identificar a presença do abutre-barbudo, há 29 mil anos, no Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, em Leiria.


De acordo com resultados dos trabalhos de arqueologia, publicados na ‘Scientific Reports’ da edição de hoje da revista Nature, o abutre-barbudo (Gypaetus barbatus) terá vivido no Abrigo do Lagar Velho na mesma época de grupos de caçadores do Paleolítico Superior, nomeadamente há 29 mil anos.

A descoberta decorre dos trabalhos de arqueologia que continuam a ser realizados pelas especialistas Ana Cristina Araújo e Ana Maria Costa, da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com Joan Daura e Montserrat Sanz, da Universidade de Barcelona, em torno do local onde foi sepultada uma criança do Paleolítico Superior, que faleceu no decurso do seu quinto ano de vida.

Conhecida internacionalmente como o Menino do Lapedo, esta é a primeira e ainda única sepultura do Paleolítico Superior a ser identificada em Portugal. (...)

retirado de Sapo24

domingo, 1 de janeiro de 2023

Cientistas do Museu de História Natural de Londres descobrem 351 novas espécies em 2022

 


Com o ano a chegar ao fim, o Museu de História Natural de Londres, um dos mais célebres do mundo, fez as contas e revelou esta sexta-feira que os seus curadores e investigadores descreveram e nomearam 351 novas espécies que, em 2021, eram desconhecidas da Ciência.

Aludindo ao acordo global para a conservação e recuperação da biodiversidade adotado este mês por quase 200 países de todo o mundo na COP15, o museu diz, em comunicado, que só podemos proteger aquilo que conhecemos e que, por isso, quanto mais soubermos acerca do mundo que nos rodeia, melhor poderemos escudá-lo das ofensivas destrutivas lançadas contra ele por parte da população humana e dos efeitos das mudanças causadas por essas ações.

As descobertas resultaram de trabalho de campo e também da revisitação de espécimes que já tinham sido recolhidos anteriormente, mas que ainda não tinham sido devidamente, nem cientificamente, identificados. (...)


retirado de GreenSavers



sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

DESERTO DO ATACAMA TRANSFORMA-SE EM LIXEIRA DO MUNDO

 Montanhas de roupas usadas, carros e pneus poluem o vasto deserto do Atacama, no norte do Chile, um ecossistema de equilíbrio frágil que se tornou numa lixeira do mundo.


Reportagem: Paulina Abramovich / AFP

Entre paisagens cheias de beleza, aglomerados de detritos surgem em vários pontos do deserto, um território com mais de 100.000 quilómetros quadrados.

"São os sem escrúpulos do mundo que vêm jogar o lixo aqui (...) Não somos mais nem o quintal do bairro, somos o quintal do mundo, o que é pior", lamenta Patrício Ferreira, presidente de Alto Hospício, onde toneladas de roupas usadas são despejadas entre as colinas que cercam a comunidade.

Na vizinha Iquique, também acumulam-se milhares de carcaças de carros e pneus. São tantos que passaram a ser usados para construir muros de casas. (...)

Retirado de viagens.sapo.pt


sexta-feira, 18 de novembro de 2022

ESTAS BIBLIOTECAS PORTUGUESAS TÊM MORCEGOS E NÃO FAZ MAL

 Sabia que existem morcegos na biblioteca da Universidade de Coimbra e na do Palácio de Mafra? É verdade, mas não se assuste, há um propósito. Descubra porquê.


Uma das joias do conhecimento em Portugal e na Europa, a Biblioteca Joanina 
foi construída no século XVIII no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.  LUSA

Imaginar morcegos a voar no interior de uma biblioteca remete-nos para um espaço antigo - com pó e teias de aranha - podendo mesmo ser um lugar assustador. A verdade é que tanto a biblioteca da Universidade de Coimbra como a do Palácio de Mafra são habitats de morcegos e quem as gere não se preocupa. Há um propósito. Para matar a curiosidade dos seus leitores, o site Travel and Leisure (T&L) procurou saber porquê. Fique a conhecer a reportagem.

Foi atrás das estantes da biblioteca Joanina, da universidade de Coimbra, que uma colónia de morcegos-anão fez a sua casa. Estes morcegos emergem ao anoitecer para comer traças, moscas e outras pragas, antes de saírem pelas janelas e atravessarem o topo da colina da universidade em busca de água. O serviço que prestam à biblioteca é indispensável, pois, de outro modo, muitas das obras que lá se encontram como Opera Omnia de Homero ou Antiguidades romanas de Dionísio de Halicarnasso já poderiam estar degradadas. (...)

retirado de SapoViagens

domingo, 13 de novembro de 2022

NASA criou uma ‘Máquina do Tempo’ que mostra o impacto real das alterações climáticas

As alterações climáticas são um dos maiores problemas que o mundo tem em mãos, estando a ser projetadas muitas iniciativas para apaziguar as suas consequências cada vez mais claras. A nova Máquina do Tempo Climática da NASA mostra o seu verdadeiro avanço, ao longo dos anos.



(...) 

A Máquina doTempo Climática permite avançar, progressivamente, ao longo dos anos, de modo a acompanhar, de forma muito real, as várias alterações registadas. Além de um preocupante aumento da temperatura média do planeta, os viajantes no tempo podem consultar outros dados, relativamente à subida do nível médio do mar, a diminuição do gelo no Ártico e os níveis de dióxido de carbono na atmosfera.

Esta Máquina doTempo Climática da NASA dá conta daquilo que tem sido motivo de aviso pelos cientistas e estudiosos do clima: as emissões de carbono têm aumentado e os níveis históricos são preocupantes. (...)


retirado de pplware


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